Arte, Literatura

Poetas duca: William Blake

THE TYGER
(do Songs Of Experience, em 1794)
Tyger! Tyger! burning bright
In the forests of the night,
What immortal hand or eye
Could frame thy fearful symmetry?
In what distant deeps or skies
Burnt the fire of thine eyes?
On what wings dare he aspire?
What the hand dare sieze the fire?
And what shoulder, & what art.
Could twist the sinews of thy heart?
And when thy heart began to beat,
What dread hand? & what dread feet?
What the hammer? what the chain?
In what furnace was thy brain?
What the anvil? what dread grasp
Dare its deadly terrors clasp?
When the stars threw down their spears,
And watered heaven with their tears,
Did he smile his work to see?
Did he who made the Lamb make thee?
Tyger! Tyger! burning bright
In the forests of the night,
What immortal hand or eye
Dare frame thy fearful symmetry?

http://youtu.be/yzHa3mi2CwQ

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Arte, Rock

Embalando clássicos #1 : Physical Graffiti, Led Zeppelin


Esta é a capa do clássico “Physical Graffiti”, sexto disco de estúdio e um dos meus preferidos do Led Zeppelin.
O prédio fica nos números 96 e 98 em St Mark Place, no East Village, Nova Iorque.
A fachada atual do prédio pode ser vista aqui no Google Maps.
O artista que a concebeu foi Peter Corriston, que entre outros trabalhos fez o “Tattoo You”, dos Rolling Stones, trabalho reconhecido com um Grammy de melhor capa de álbum, e que certamente estará em breve nessa seção que inauguro hoje.
Uma curiosidade é que o prédio tem cinco andares, e Peter “extraiu” um deles para a capa, conseguindo assim um desenho adequado ao formato quadrado da embalagem.
Outro fato interessante é o clipe de “Waiting on a Friend”, onde Mick Jagger e Peter Tosh esperam por Keith Richards nas escadarias do mesmo prédio. Qual o disco em que saiu essa música? “Tattoo You”, claro!
Abaixo o verso da capa, em foto noturna. Aparecem nas janelas, além dos quatro astros do Led, Lee Harvey Oswald, Neil Armstrong, Elizabeth Taylor, King Kong, a Rainha Elizabeth, uma pintura de Dante Gabriel Rossetti retratando a deusa romana Proserpina, a Virgem Maria e o Gordo e o Magro.
Led Zeppelin Physical Graffiti

Na série “Embalando Clássicos” pretendo mostrar grandes trabalhos que juntam dois assuntos que adoro: design & música. Vamos ver até onde vai.

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Arte, HQ

HQ: The Walking Dead – Os Mortos Vivos


Imagine acordar de um estado de coma e descobrir que aconteceu o tão temido Apocalipse; que o mundo no qual você estava acostumado a viver está totalmente mudado.
E que o planeta não se consumiu numa bola de fogo, mas ocorreu algo muito, muito pior: zumbis!
Os mortos voltaram e estão famintos – eles querem carne!
Não há mais regras nem leis. Não há governo. Não há esperança.
Imagine.
Bem vindo ao mundo de “The Walking Dead”, aclamada história em quadrinhos de Robert Kirkman.
Conheci primeiro a série da AMC (aqui na Fox) e após começar a ler os quadrinhos, não consegui mais parar – é brilhante.
Apesar de parecer mais uma história nojenta de monstros putrefatos, TWD é muito mais que isso.
O autor prospecta até onde alguém iria para proteger sua família, até onde seus instintos de sobrevivência o levariam.
TWD é um drama humano, e Kirkman foca a história nos sobreviventes e em suas reações à loucura que tomou conta desse mundo pós-apocaliptico.

Nos EUA a história está na edição 89. Já li até a 38, e devo seguir num ritmo de 2 por dia até acompanhar o que sai lá fora.
No Brasil foram publicados alguns livros encadernados, todos esgotados.

Quanto à série, fez relativo sucesso na sua primeira temporada, e a segunda deve começar em outubro – serão 7 episódios, seguidos de mais 6 a partir de fevereiro.
Agora que conheci os quadrinhos, de certa forma me desinteressei da série televisiva, já que não há a mínima chance de alcançar a profundidade do original.
E nem de mostrar as cenas mais aterrorizantes (e revoltantes!) dos quadrinhos na TV – muito engravatado do estúdio ficaria desempregado se o fizesse.

Para saber mais: Podcast MRG sobre TWD

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Arte, Rock

Hey ho!


Ontem completaram 7 anos da morte do Johnny Ramone, um dos guitarristas mais f*das de todos os tempos.
Como hoje é sexta, dia mundial da vadiagem, fiquem com esse vídeo de quase meia hora de um show dos Ramones em 1977. Serve bem ao propósito de abrir os trabalhos etílicos do fim de semana.

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