Cinema, HQ, Rock

Música

Ricardo Alexandre, jornalista ao qual serei eternamente grato por ter me apresentado os Black Crowes num distante dia da década de 90 explica:
Por que o “The Voice Brasil” nunca vai revelar um grande artista
“O problema não é do programa. O problema é decorrente de uma máxima muito simples, que é ignorada tanto por sua produção quanto por quem se inscreve nele: nenhum artista é maior do que sua arte.
Seja você um roqueiro, um dodecafonista ou um engolidor de espadas, a regra é esta: o artista é sempre menor do que a arte que ele faz, ele sempre vem depois de sua própria arte.
The Voice, e os shows de talento televisivos, em geral, invertem essa lógica. Jogam o holofote, o maquiador, o horário nobre da Globo, o jornalismo das afiliadas e os programas de fofocas sobre o artista, muito antes de ele ter ao menos pensado em sua arte.”

Cinema
Pense em um trabalho estressante. Esse Lawrence Kasdan está f*****: Decodificando o drama dos roteiristas de Star Wars

Quadrinhos
E o aclamado projeto Graphic MSP, em que os personagens criados por Maurício de Souza passam por releituras de outros autores, inicia a segunda fase: Os novos títulos do projeto Graphic MSP. Tem Bidú, Penadinho e um segundo álbum do Astronauta, entre outros.

Link
Cinema

Filmes: Star Trek : Além da escuridão

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Estou colocando em dia os blockbusters nerd que perdi no cinema. Finalmente vi Star Trek : Além da escuridão [7,9/10 no IMDB].
Com esse filme, segundo da nova fase trazida pelo J.J. Abrams, mais uma vez com a trilha excepcional do Michael Giacchino, Kirk é obrigado a tomar difíceis decisões, amadurecendo o personagem, e enfrenta um vilão cruel maestralmente interpretado por Benedict Cumberbatch.
A película tem ação, drama e homenagens à série clássica em medidas perfeitas.
Até entendo os trekers xiitas que não aceitaram a mudança realizada em Spock, mas não me incluo entre esses fanáticos.
Somos privilegiados de poder ver novamente esses personagens que nos fizeram sonhar com o universo em nossas infâncias, agora com toda a tecnologia de efeitos especiais desenvolvidas por algum moleque que, ao ver as maravilhas do futuro imaginado por Gene Roddenberry, decidiu criá-las.
Todo mundo sabe que os smartphones são tricorders.

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Filmes: Thor – O mundo sombrio

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Ontem vimos Thor – O Mundo Sombrio [7,7/10 no IMDB], segundo filme solo do mitológico deus nórdico da Marvel.
Sim, deus nórdico, prefiro esse conceito a opção adaptada para as telas, em que os asgardianos são apenas extraterrestres poderosos que vivem 5 mil anos. Mas é só um detalhe.
Excelente filme, onde mais uma vez Loki, o irmão treteiro do herói rouba a cena. Que personagem!
Nos gibis, sempre gostei de sua postura sarcástica, seus truques sujos (e inteligentes!), sua maldade empostada.
E nos filmes o deus da trapaça não deve em nada para o original das HQs. Sempre que Tom Hiddleston está em cena, podemos esperar vilania em seu grau máximo.
Achei esse filme melhor que o primeiro principalmente por mostrar bem pouco da Terra, e nos apresentar todos os outros reinos.
Quando a ação se desenvolve na Midgard, é difícil não lembrar dos tokusatsus como Jaspion, Changeman e Power Rangers.
A cena pós-créditos apresenta Guillhermo del Toro como o Colecionador, recebendo mais uma jóia para sua coleção. Aposto que terá papel importante na vinda de Thanos com a Manopla do Infinito, uma arma que junta as Jóias do Infinito e dá ao portador a capacidade de moldar a realidade!
Enfim, o filme do Poderoso Thor deixou o universo Marvel nos cinemas em um ponto interessantíssimo para a próxima aventura dos Vingadores!

Como curiosidade, o Ramon Vitral juntou no link a seguir todas as cenas pós-créditos, algo que já virou marca registrada dos filmes da Marvel – no segundo Thor, são duas!

Todas as cenas pós créditos dos filmes Marvel.

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Séries: Game of Thrones – Segunda temporada

Quando a HBO divulgou o elenco da adaptação televisiva de Game Of Thrones (da qual falei aqui), muitos notaram que os protagonistas da trama tiveram suas idades avançadas, já que ninguém iria acreditar em alguém de 14 anos reclamando a coroa do Norte e comandando exércitos.
Richard Madden e Kit Harington, que interpretam respectivamente Robb Stark e Jon Snow na telessérie, curiosamente tocam nessa mesma questão da idade em entrevistas realizadas quando estiveram no Brasil (aqui e aqui).
Pensando nisso, creio que é bem mais simples do que parece.
Quando o autor George R.R. Martin colocou um guri comandando exércitos, poderíamos pensar em alguém com a idade aproximada de Richard Madden, 25 anos, apesar de afirmar no livro que ele tem apenas 14. E porque?
Bem, é sabido que os invernos, no planeta em que a trama se passa, podem durar anos – não é à toa que o lema dos Stark, “Winter is coming” (O inverno está chegando) tem um tom sinistro e ameaçador.
Para que isso seja possível, esse planeta não pode ser nossa boa e velha Terra – o movimento de translação desse planeta tem que ser muito mais demorado. Dessa forma, eles devem adotar outro critério qualquer para a contagem dos anos que não a volta completa em torno do sol, como por aqui, tornando possível que um “garoto” de 14 anos seja o equivalente terráqueo de 25 anos.

Desta vez preferi ler o segundo volume das Crônicas de Gelo e Fogo, “A Fúria dos Reis”, antes de assistir a segunda temporada, e assim poderei acompanhar melhor como a história está sendo adaptada para a TV. Pelo que vi nos primeiros dois episódios, continuam primando por muita Violência e Sexo, dupla imbatível quando se procura sucesso na TV. Obviamente que a adaptação, apesar de não ser totalmente fiel ao livro, já que as mídias são diferentes, tem sido aclamada por seus outros aspectos excelentes, como figurinos e interpretações.

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Séries: Game of Thrones


Estou acompanhando “Game of Thrones“, da HBO.
A história é baseada no primeiro livro de mesmo nome (“Guerra dos Tronos” no Brasil) d’As Crônicas de Gelo e Fogo, escritas pelo norte-americano George R. R. Martin.
A trama se passa nos Sete Reinos de Westeros, numa época medieval. Não é em nosso planeta Terra, já que as estações tem durações bem diferentes – em Winterfell, feudo de Sor Ned Stark, há o medo corrente da chegada do inverno, que pode durar anos, e o que ele pode trazer (zumbis? Ainda não sei…).
Traições, lutas de espada, politicagem, sangue, sexo e suspense permeiam a história.
Dizem que a HBO tem obtido sucesso na adaptação dos personagens, roteiro e cenários. Como não lí os livros (ainda), não posso confirmar, mas garanto que a trama filmada capturou minha atenção. Provavelmente esse rigor com os livros se dê pelo envolvimento pessoal do autor George R. R. Martin na série, inclusive escrevendo alguns roteiros.
No último domingo (dia 12) foi transmitido o nono episódio da primeira temporada, de um total de dez.
O que disseram:

Bruno Sampaio, no Cinema com Rapadura:
O piloto já impressiona em sua abertura, que faz uma apresentação da geografia do universo mostrado na história, parecida com a apresentação de outra obra épica, “O Senhor dos Anéis”. Aliás, muitas pessoas irão comparar as duas produções devido às suas temáticas. Concordo que existem semelhanças (de fato o Sean Bean está muito “Boromir”), mas já digo que “Game of Thrones” caminha com as próprias pernas.

Leia mais:
Omelete Entrevista George R.R. Martin: Autor fala sobre o início dos livros, quando aceitou transformá-los em série para TV e o que mais tem gostado do programa
“Game of Thrones” lidera indicações a prêmio dos críticos de TV dos EUA

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