Cinema, HQ, Rock

Música

Ricardo Alexandre, jornalista ao qual serei eternamente grato por ter me apresentado os Black Crowes num distante dia da década de 90 explica:
Por que o “The Voice Brasil” nunca vai revelar um grande artista
“O problema não é do programa. O problema é decorrente de uma máxima muito simples, que é ignorada tanto por sua produção quanto por quem se inscreve nele: nenhum artista é maior do que sua arte.
Seja você um roqueiro, um dodecafonista ou um engolidor de espadas, a regra é esta: o artista é sempre menor do que a arte que ele faz, ele sempre vem depois de sua própria arte.
The Voice, e os shows de talento televisivos, em geral, invertem essa lógica. Jogam o holofote, o maquiador, o horário nobre da Globo, o jornalismo das afiliadas e os programas de fofocas sobre o artista, muito antes de ele ter ao menos pensado em sua arte.”

Cinema
Pense em um trabalho estressante. Esse Lawrence Kasdan está f*****: Decodificando o drama dos roteiristas de Star Wars

Quadrinhos
E o aclamado projeto Graphic MSP, em que os personagens criados por Maurício de Souza passam por releituras de outros autores, inicia a segunda fase: Os novos títulos do projeto Graphic MSP. Tem Bidú, Penadinho e um segundo álbum do Astronauta, entre outros.

Link
Arte, HQ

HQ: The Walking Dead – Os Mortos Vivos


Imagine acordar de um estado de coma e descobrir que aconteceu o tão temido Apocalipse; que o mundo no qual você estava acostumado a viver está totalmente mudado.
E que o planeta não se consumiu numa bola de fogo, mas ocorreu algo muito, muito pior: zumbis!
Os mortos voltaram e estão famintos – eles querem carne!
Não há mais regras nem leis. Não há governo. Não há esperança.
Imagine.
Bem vindo ao mundo de “The Walking Dead”, aclamada história em quadrinhos de Robert Kirkman.
Conheci primeiro a série da AMC (aqui na Fox) e após começar a ler os quadrinhos, não consegui mais parar – é brilhante.
Apesar de parecer mais uma história nojenta de monstros putrefatos, TWD é muito mais que isso.
O autor prospecta até onde alguém iria para proteger sua família, até onde seus instintos de sobrevivência o levariam.
TWD é um drama humano, e Kirkman foca a história nos sobreviventes e em suas reações à loucura que tomou conta desse mundo pós-apocaliptico.

Nos EUA a história está na edição 89. Já li até a 38, e devo seguir num ritmo de 2 por dia até acompanhar o que sai lá fora.
No Brasil foram publicados alguns livros encadernados, todos esgotados.

Quanto à série, fez relativo sucesso na sua primeira temporada, e a segunda deve começar em outubro – serão 7 episódios, seguidos de mais 6 a partir de fevereiro.
Agora que conheci os quadrinhos, de certa forma me desinteressei da série televisiva, já que não há a mínima chance de alcançar a profundidade do original.
E nem de mostrar as cenas mais aterrorizantes (e revoltantes!) dos quadrinhos na TV – muito engravatado do estúdio ficaria desempregado se o fizesse.

Para saber mais: Podcast MRG sobre TWD

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HQ

Animação DC


Se a DC chamasse um roteirista de responsa (Grant Morrison, p.ex.) pra escrever uma história pra uma animação desse naipe, com certeza faria muito mais sucesso do que essas caras e frustradas tentativas de live action, como Lanterna Verde, que dizem ser uma bosta fumegante.
Duca.

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Cinema, HQ

Filmes baseados em quadrinhos de 2011 parte 1

Há algum tempo os estúdios notaram que os quadrinhos tem personagens com apelo universal, boas histórias e uma base de fãs que garantem senão boas bilheterias, pelo menos divulgação e muito barulho quando do lançamento dos filmes.
2011 especialmente trará 4 megaproduções que deixam os nerds e aficcionados em polvorosa.
Lanterna Verde tem sido criticado nos círculos nerd principalmente pela escolha do protagonista, o ator Ryan Reynolds, meio canastrão, meio farofa. Porém a Warner divulgou um trailer de 4 minutos para aplacar a fúria dos DCnautas, e parece que conseguiu fazer um filme muito bom.
Na época em que lia quadrinhos de heróis, preferia os gibis da Marvel…

…então estou mais empolgado para ver Thor, que promete muita pancadaria e tem a bela e premiada Natalie Portman de parzinho do deus de Asgard, interpretado por Chris Hemsworth. Odin, pai de Thor, é interpretado por Anthony Hopkins. Os polemicuzões de plantão inventaram histórinha porque o ator escolhido para fazer o Heimdall foi Idris Elba, que é negro. Mas isso é conversa pra quem não tem o que fazer da vida. O que importa mesmo é que o filme trará um dos meus personagens prediletos da Marvel: o irmão mais sinistro de Thor, Lóki.

Na próxima semana falarei de mais dois filmes que tem gerado barulho: X-Men e Capitão América.

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HQ

Brewster Rockit : bem-vindos à democracia

Brewster Rockit
1. “Para o povo donut ter uma democracia, vocês precisam formar partidos políticos”
2. “Então, passar todo seu tempo atacando um ao outro”
3. “Mas…como isso vai resolver qualquer problema?”
3. “Bem-vindos à democracia!”

Brewster Rockit por Tim Rickard.

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Cinema, HQ

Filmes: Kick-Ass – Quebrando tudo


Assistí ontem “Kick-Ass – Quebrando tudo”, de 2010, filme que trata da história de um nerd obcecado com a idéia de tornar-se um super-herói. Ele não tem poderes especiais, e em sua jornada irá cruzar com bandidos barra-pesada e uma dupla incrível de vigilantes.
Destaque absoluto para Chloë Moretz, que faz a Hit Girl, a mini-heroína mais casca grossa da história do cinema – deve estourar umas 30 cabeças de criminosos, fora as mortes com lâminas.
Seu pai, Big Daddy, é interpretado por Nicolas Cage, que consegue não ser tão canastrão nesse trabalho.
A história é uma adaptação dos quadrinhos de Mark Millar e John Romita Jr., que preciso ler, principalmente depois de ter vistos os extras do DVD em que os dois falam da criação da HQ.
O único senão é quanto a versão dublada. Tenho a impressão que as traduções são feitas pela Liga da Velhinhas Puritanas de Taubaté, já que um dos trunfos do filme, os diálogos, são limados de todos os palavrões. O excesso de zelo começa pelo título, que deveria ser traduzido como Chuta-Cú, mas que fica no original e ganha esse bisonho “Quebrando Tudo”.
Leia a crítica do Omelete.

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