Arte, Literatura

Poetas duca: William Blake

THE TYGER
(do Songs Of Experience, em 1794)
Tyger! Tyger! burning bright
In the forests of the night,
What immortal hand or eye
Could frame thy fearful symmetry?
In what distant deeps or skies
Burnt the fire of thine eyes?
On what wings dare he aspire?
What the hand dare sieze the fire?
And what shoulder, & what art.
Could twist the sinews of thy heart?
And when thy heart began to beat,
What dread hand? & what dread feet?
What the hammer? what the chain?
In what furnace was thy brain?
What the anvil? what dread grasp
Dare its deadly terrors clasp?
When the stars threw down their spears,
And watered heaven with their tears,
Did he smile his work to see?
Did he who made the Lamb make thee?
Tyger! Tyger! burning bright
In the forests of the night,
What immortal hand or eye
Dare frame thy fearful symmetry?

http://youtu.be/yzHa3mi2CwQ

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Literatura

Neil Gaiman discorre sobre o poder da literatura em nossas vidas

A nova encarnação desse blog se propõe a textos longos também. Abaixo reproduzo discurso interessantíssimo do Mestre Gaiman, sobre como a leitura pode impactar nossas vidas. Sempre disse que o melhor presente que alguém pode me dar é um livro.
Como sei que você tem preguiça de ler, grifei os pontos que creio mais interessantes.
Então respire e mergulhe, pequeno gafanhoto.

Palestra de Neil Gaiman para a Reading Agency, realizada no Barbican em Londres, em 14 de outubro:

neil_gaiman_by_mizzy_chan

“É importante para as pessoas dizerem de que lado elas estão e porque, e se elas podem ou não ser tendenciosas. Um tipo de declaração de interesse dos membros. Então eu estarei conversando com vocês sobre leitura. Direi à vocês que as bibliotecas são importantes. Vou sugerir que ler ficção, que ler por prazer, é uma das coisas mais importantes que alguém pode fazer. Vou fazer um apelo apaixonado para que as pessoas entendam o que as bibliotecas e os bibliotecários são e para que preservem ambos.
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Literatura, Rock

Ouvindo & lendo

Terminei as “Crônicas de Gelo e Fogo – A Fúria dos Reis”, e logo mergulhei no terceiro livro da série, “A Tormenta de Espadas”, um tijolo de mais de 800 páginas. Nem tenho ideia de quando vou acabar esse.
Entre os discos, estou ouvindo no repeat o “RAM”, disco que Paul e Linda McCartney gravaram em 1971. Não tem jeito, meu beatle favorito é mesmo o Sir Macca. Este disco foi gravado nas férias do casal na Escócia. Excelente.
“Greatest Hits & More”, do The Who, é um apanhado da banda que ouço falar muitíssimo bem e sempre negligenciei. Essas coletâneas são ótimas para ver a evolução da sonoridade da banda.
Ouvindo também “Bunderbuss”, lançamento do Jack White, disco mediano na carreira do americano, e “Strangeland”, do Keane. Sei que este último me faz soar meio guei, mas sempre achei que minha hombridade sonora já estava muito comprometida por curtir os chorões do Coldplay, então…

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Cinema, Literatura

Séries: Game of Thrones – Segunda temporada

Quando a HBO divulgou o elenco da adaptação televisiva de Game Of Thrones (da qual falei aqui), muitos notaram que os protagonistas da trama tiveram suas idades avançadas, já que ninguém iria acreditar em alguém de 14 anos reclamando a coroa do Norte e comandando exércitos.
Richard Madden e Kit Harington, que interpretam respectivamente Robb Stark e Jon Snow na telessérie, curiosamente tocam nessa mesma questão da idade em entrevistas realizadas quando estiveram no Brasil (aqui e aqui).
Pensando nisso, creio que é bem mais simples do que parece.
Quando o autor George R.R. Martin colocou um guri comandando exércitos, poderíamos pensar em alguém com a idade aproximada de Richard Madden, 25 anos, apesar de afirmar no livro que ele tem apenas 14. E porque?
Bem, é sabido que os invernos, no planeta em que a trama se passa, podem durar anos – não é à toa que o lema dos Stark, “Winter is coming” (O inverno está chegando) tem um tom sinistro e ameaçador.
Para que isso seja possível, esse planeta não pode ser nossa boa e velha Terra – o movimento de translação desse planeta tem que ser muito mais demorado. Dessa forma, eles devem adotar outro critério qualquer para a contagem dos anos que não a volta completa em torno do sol, como por aqui, tornando possível que um “garoto” de 14 anos seja o equivalente terráqueo de 25 anos.

Desta vez preferi ler o segundo volume das Crônicas de Gelo e Fogo, “A Fúria dos Reis”, antes de assistir a segunda temporada, e assim poderei acompanhar melhor como a história está sendo adaptada para a TV. Pelo que vi nos primeiros dois episódios, continuam primando por muita Violência e Sexo, dupla imbatível quando se procura sucesso na TV. Obviamente que a adaptação, apesar de não ser totalmente fiel ao livro, já que as mídias são diferentes, tem sido aclamada por seus outros aspectos excelentes, como figurinos e interpretações.

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Cinema, Literatura, Uncategorized

Séries: Game of Thrones


Estou acompanhando “Game of Thrones“, da HBO.
A história é baseada no primeiro livro de mesmo nome (“Guerra dos Tronos” no Brasil) d’As Crônicas de Gelo e Fogo, escritas pelo norte-americano George R. R. Martin.
A trama se passa nos Sete Reinos de Westeros, numa época medieval. Não é em nosso planeta Terra, já que as estações tem durações bem diferentes – em Winterfell, feudo de Sor Ned Stark, há o medo corrente da chegada do inverno, que pode durar anos, e o que ele pode trazer (zumbis? Ainda não sei…).
Traições, lutas de espada, politicagem, sangue, sexo e suspense permeiam a história.
Dizem que a HBO tem obtido sucesso na adaptação dos personagens, roteiro e cenários. Como não lí os livros (ainda), não posso confirmar, mas garanto que a trama filmada capturou minha atenção. Provavelmente esse rigor com os livros se dê pelo envolvimento pessoal do autor George R. R. Martin na série, inclusive escrevendo alguns roteiros.
No último domingo (dia 12) foi transmitido o nono episódio da primeira temporada, de um total de dez.
O que disseram:

Bruno Sampaio, no Cinema com Rapadura:
O piloto já impressiona em sua abertura, que faz uma apresentação da geografia do universo mostrado na história, parecida com a apresentação de outra obra épica, “O Senhor dos Anéis”. Aliás, muitas pessoas irão comparar as duas produções devido às suas temáticas. Concordo que existem semelhanças (de fato o Sean Bean está muito “Boromir”), mas já digo que “Game of Thrones” caminha com as próprias pernas.

Leia mais:
Omelete Entrevista George R.R. Martin: Autor fala sobre o início dos livros, quando aceitou transformá-los em série para TV e o que mais tem gostado do programa
“Game of Thrones” lidera indicações a prêmio dos críticos de TV dos EUA

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Bizarro, Literatura

Feliz Natal

Ranzinza que sou, listo duas visões sobre a data, uma recente e outra escrita há 30 anos. Clique nos links pra ler os textos completos.
Crônica de Luiz Fernando Veríssimo pro Estadão de ontem:

“Crer”
Sou gordo, tenho uma barba naturalmente branca, sou quase um predestinado para ser Papai Noel de shopping. Mas todos os anos preciso combater minhas dúvidas. Como em qualquer caso envolvendo crença e fé, o pior são as dúvidas. (…)

Gabriel García Márquez, num texto antigo e atualíssimo:

“Estas sinistras festas de Natal”
Ninguém mais se lembra de Deus no Natal. Há tanto barulho de cornetas e de fogos de artifício, tantas grinaldas de fogos coloridos, tantos inocentes perus degolados e tantas angústias de dinheiro para se ficar bem acima dos recursos reais de que dispomos que a gente se pergunta se sobra algum tempo para alguém se dar conta de que uma bagunça dessas é para celebrar o aniversário de um menino que nasceu há 2 mil anos em uma manjedoura miserável, a pouca distância de onde havia nascido, uns mil anos antes, o rei Davi.
(…)
É a alegria por decreto, o carinho por piedade, o momento de dar presente porque nos dão presentes e de chorar em público sem dar explicações.





Pra fechar a conta, uma singela imagem que resume o sentimento que permeia essa época, quando todos são amigos & felizes & desejam tudu-di-bão:




E pra provar que o espírito destes tempos é mesmo de um contágio ‘expressionante’, vejam também “Christmas across the globe“, cobertura fotojornalística do Big Picture-The Boston Globe.

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Literatura

Livros

Estou testando o Trocando Livros. Vamos ver se funciona.
A idéia é boa: é só cadastrar os livros que quer trocar e esperar até que alguém peça um deles – então você envia e ganha créditos pra pedir um livro que queira.
Se der certo, aviso aqui. Uma boa pedida pra substituir títulos que estão pegando poeira na estante.

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