Se você caiu de paraquedas aqui e não sabe quem é o Black Sabbath, já aviso: sem eles não existiria metal.
13, lançado em junho do ano passado, é o décimo nono disco da banda britânica, gravado com os membros originais – exceto o baterista Bill Ward, que não gostou dos termos do contrato apresentado e foi substituído pelo Brad Wilk (Rage Against The Machine e Audioslave).
Na semana de lançamento vendeu mais de 150 mil cópias e atingiu o topo da Billboard.
É pesado e sombrio de um jeito que só o Sabbath sabe fazer.
O que disseram:
Marcos Bragatto no Scream & Yell:“13 não só de um dos melhores álbuns de 2013, mas no melhor trabalho envolvendo Ozzy Osbourne, Tony Iommi e Geezer Butler em muitos anos. Sim, porque 13 (…) supera com vantagem qualquer trabalho feito por cada um deles, solo ou com outros projetos, em pelo menos 18 anos. E isso levando-se em conta que se trata de uma das poucas bandas na história do rock a emplacar seis álbuns seguidos dignos de nota máxima, nos anos 70.”
Rolling Stone – Black Sabbath: terminou como começou: “13 é um disco de rock tradicional, compacto e poderoso. São oito faixas (a versão “deluxe” terá três faixas inéditas a mais) bastante longas (nenhuma tem menos de 4 minutos e meio de duração) e sem respiros, temas instrumentais ou músicas mais “amigáveis”. Tanta densidade agradará aos ansiosos por apreciar Tony Iommi em seus dias inspirados. Se nos solos ele é burocrático, os quilos de novos riffs compensam. O arsenal de truques até parece infinito, mas o mítico guitarrista prefere se garantir bebendo da própria fonte que ele mesmo escavou: cada riff remete de leve a algum momento glorioso do Sabbath de 40 anos atrás.

Esse é o On the run #2: impressões rápidas sobre os sons ouvidos durante as corridas.
Ouvi “13”, do Black Sabbath pela primeira vez no treino de 2/1/14: 7.42km em 01h:03m:31s, vel.média 7.0km/h, total percorrido OTR 14.73km.