Literatura, Rock

Ouvindo & lendo

Terminei as “Crônicas de Gelo e Fogo – A Fúria dos Reis”, e logo mergulhei no terceiro livro da série, “A Tormenta de Espadas”, um tijolo de mais de 800 páginas. Nem tenho ideia de quando vou acabar esse.
Entre os discos, estou ouvindo no repeat o “RAM”, disco que Paul e Linda McCartney gravaram em 1971. Não tem jeito, meu beatle favorito é mesmo o Sir Macca. Este disco foi gravado nas férias do casal na Escócia. Excelente.
“Greatest Hits & More”, do The Who, é um apanhado da banda que ouço falar muitíssimo bem e sempre negligenciei. Essas coletâneas são ótimas para ver a evolução da sonoridade da banda.
Ouvindo também “Bunderbuss”, lançamento do Jack White, disco mediano na carreira do americano, e “Strangeland”, do Keane. Sei que este último me faz soar meio guei, mas sempre achei que minha hombridade sonora já estava muito comprometida por curtir os chorões do Coldplay, então…

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Cinema, Literatura

Séries: Game of Thrones – Segunda temporada

Quando a HBO divulgou o elenco da adaptação televisiva de Game Of Thrones (da qual falei aqui), muitos notaram que os protagonistas da trama tiveram suas idades avançadas, já que ninguém iria acreditar em alguém de 14 anos reclamando a coroa do Norte e comandando exércitos.
Richard Madden e Kit Harington, que interpretam respectivamente Robb Stark e Jon Snow na telessérie, curiosamente tocam nessa mesma questão da idade em entrevistas realizadas quando estiveram no Brasil (aqui e aqui).
Pensando nisso, creio que é bem mais simples do que parece.
Quando o autor George R.R. Martin colocou um guri comandando exércitos, poderíamos pensar em alguém com a idade aproximada de Richard Madden, 25 anos, apesar de afirmar no livro que ele tem apenas 14. E porque?
Bem, é sabido que os invernos, no planeta em que a trama se passa, podem durar anos – não é à toa que o lema dos Stark, “Winter is coming” (O inverno está chegando) tem um tom sinistro e ameaçador.
Para que isso seja possível, esse planeta não pode ser nossa boa e velha Terra – o movimento de translação desse planeta tem que ser muito mais demorado. Dessa forma, eles devem adotar outro critério qualquer para a contagem dos anos que não a volta completa em torno do sol, como por aqui, tornando possível que um “garoto” de 14 anos seja o equivalente terráqueo de 25 anos.

Desta vez preferi ler o segundo volume das Crônicas de Gelo e Fogo, “A Fúria dos Reis”, antes de assistir a segunda temporada, e assim poderei acompanhar melhor como a história está sendo adaptada para a TV. Pelo que vi nos primeiros dois episódios, continuam primando por muita Violência e Sexo, dupla imbatível quando se procura sucesso na TV. Obviamente que a adaptação, apesar de não ser totalmente fiel ao livro, já que as mídias são diferentes, tem sido aclamada por seus outros aspectos excelentes, como figurinos e interpretações.

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Séries: Game of Thrones


Estou acompanhando “Game of Thrones“, da HBO.
A história é baseada no primeiro livro de mesmo nome (“Guerra dos Tronos” no Brasil) d’As Crônicas de Gelo e Fogo, escritas pelo norte-americano George R. R. Martin.
A trama se passa nos Sete Reinos de Westeros, numa época medieval. Não é em nosso planeta Terra, já que as estações tem durações bem diferentes – em Winterfell, feudo de Sor Ned Stark, há o medo corrente da chegada do inverno, que pode durar anos, e o que ele pode trazer (zumbis? Ainda não sei…).
Traições, lutas de espada, politicagem, sangue, sexo e suspense permeiam a história.
Dizem que a HBO tem obtido sucesso na adaptação dos personagens, roteiro e cenários. Como não lí os livros (ainda), não posso confirmar, mas garanto que a trama filmada capturou minha atenção. Provavelmente esse rigor com os livros se dê pelo envolvimento pessoal do autor George R. R. Martin na série, inclusive escrevendo alguns roteiros.
No último domingo (dia 12) foi transmitido o nono episódio da primeira temporada, de um total de dez.
O que disseram:

Bruno Sampaio, no Cinema com Rapadura:
O piloto já impressiona em sua abertura, que faz uma apresentação da geografia do universo mostrado na história, parecida com a apresentação de outra obra épica, “O Senhor dos Anéis”. Aliás, muitas pessoas irão comparar as duas produções devido às suas temáticas. Concordo que existem semelhanças (de fato o Sean Bean está muito “Boromir”), mas já digo que “Game of Thrones” caminha com as próprias pernas.

Leia mais:
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“Game of Thrones” lidera indicações a prêmio dos críticos de TV dos EUA

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